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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Breve chávena

só pra registrar.... eu ainda não fui a Portugal, mãs... superqueria.. cmoo faas?
e nota de rodapé: alguem me dá um holandês de presente?
okay. post inútil. mas algumas velhas não tem muito a escrever...
e pra não ficarem mimimi... vem aqui tomar chá com as amigas de vez em quando.
Prometo que meu próximo post terá alguma utilidade pública. Aguarde-me.
Vou que a água já está fervendo.

beijos

Traiu? o pipi caiu...

Ou, nesse caso, ficou colado!

Sim senhor, deu no msn! O americano Donessa Davis, morador do condado de Calumet, no Estado de Wisconsin, traía sua esposa com outras QUATRO (!!!) mulheres; acontece que a esposa dele, Tracy Hood-Davies - que, por sinal, tem a maior cara de braba (eu num brincava com essa daí não!) - descobriu a palhaçada, e, como se pode imaginar, num gostou nada dessa história.

Daí, ao invés de armar um barraco, como faríam as brasileiras, bolou um plano mirabolante! Convenceu duas das amantes - que, aparentemente, não sabiam que o Don Juan tinha casos com outras mulheres - e mais a irmã de uma delas a vingar-se do "safado", armando uma armadilha: uma das amantes convidou o homem pra ir pro motel e, chagando lá, as quatro amarraram o infeliz na cama, usando lençóis, e daí fizeram a festa: torturaram, humilharam e, por fim, colaram o bilau dele na própria barriga, com supercola!

Donessa (o marido, por mais que esse nome pareça de mulher) só conseguiu chamar a polícia porque roeu o lençol que o amarrava à cama, e além de cárcere privado, acusou a "quadrilha" de agressão e roubo - elas teriam levado sua carteira, seu celular e seu carro.

Agora, fala sério, colega, cinco mulheres??!!! Ou esse homem é muito bom de cama, ou é rico, ou é muito gostoso! Mas, considerando a 'boniteza' da esposa, nenhuma dessas alternativas é possível, o que me leva a crer que Wisconsin tá mal de homem. MUUUUUITO MAL!



E, com certeza, esse cidadão vai pensar duas vezes antes de meter seu pipi por aí...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

aquele tipo de programa

A uma dama de larga escala de vida, a palavra "programa" nunca passa despercebida. Daí veio a minha surpresa quando lia a folha de são paulo (e não o ego, pasmem) e dei de cara com a manchete "Não faço mais aquele tipo de programa por dinheiro nenhum", diz Márcia.

Na prosa de ontem com Adriane Galisteu (ex-Senna, ex-Justus, ex-critora de O caminho das borboletas e ex-Antônio Alves, taxista, aquela novela com o Fábio Jr. na SBT), sai essa da Márcia Goldschmidt (sufoco acertar essa desgraça de sobrenome):

Tira o chapéu da Catifunda da cabeça, colega Não me considero apresentadora nem artista. Sou uma comunicadora com vocação para life coach.

Life coach. É, amiga, digamos que em matéria de dar conselho pra vida alheia (ou de bancar o Telê Santana da vida real), eu te prefiro assim:

E ainda completa: Não faço mais aquele tipo de programa por dinheiro nenhum no mundo. Tudo isso porque eu evolui e cresci. Naquela época em nem sabia o que era televisão. 

Jurou, né, amiga? Se tio Silvio, esclerosado do jeito que tá no fim do mundo (vendendo Gugu, tirando Portiolli da geladeira, contratando Eliana e Justus e até  um cara com inglês tão bom quanto Roberto Cabrini) te chamasse pra voltar, o que você ia fazer pelas nossas amigas todos os dias?

Diminuir a dor delas.

(Gratidão pro @mob_igormaia e pro @alemuller por dicas de formatação e pro @mindofitsown pela inspiração.)